domingo, 19 de fevereiro de 2006

Nossa Senhora de Fátima


Que a todos nos proteja

Foto de Luís de Oliveira, retirada da página oficial do Santuário de Fátima.

sábado, 18 de fevereiro de 2006

Depósito de água

sábado, 11 de fevereiro de 2006

Um pouco da nossa história

«A antiga freguesia de Santa Margarida foi vigararia da Ordem de Cristo e da Apresentação da Mesa de Consciência no termo de Proença-a-Nova.

O povoamento deste território remonta a tempos muito anteriores à formação da Nacionalidade (o que se pode comprovar através de vestígios de presença castreja na proximidade).
Como habitual na região Egitanense, a população devia ser muito reduzida, podendo mesmo ter desaparecido por volta do século XII, o que levou a que o povoamento definitivo surgisse tardiamente (sobretudo a partir da segunda metade do século XVII, graças ao afluxo de gente em busca dos filões de minério, especialmente volfrâmio).
O nome primitivo desta freguesia poderá ter sido o de uma velha família do tempo da acção repovoada dos irmão Gosende, que se terá perdido no tempo. Por esta razão era conhecida apenas pelo vocábulo “aldeia”, e tal como em muitas outras localidades, a este vocábulo ter-se-á agregado o nome de um santo (Santa Margarida).
Santa Margarida, de quem pouco se sabe, diz-se que terá vivido nos finais do século III, perto de Antioquia (cidade turca de grande relevância na época) e que terá sido expulsa de casa por se ter convertido ao Cristianismo. Mais tarde dedicou-se à pastorícia e a acabou por morrer ao manter a sua convicção religiosa. Em determinada altura torna-se muito popular, dando nome a pessoas e localidades em todo o mundo (a própria Joana D’ Arc terá dito que Santa Margarida era uma das vozes que lhe falavam desde os treze anos e que a guiaram durante a sua missão).
Há também quem defenda que o nome terá como origem um Monte chamado Margarida, que seria de vital importância para uma população que subsistia essencialmente graças à agricultura.
Esta aldeia é também conhecida como a terra dos Fogueteiros, pois há muito que se fixou aí uma fábrica de pirotecnia.
Em relação a Santa Margarida, conta-se uma história de uma mulher que habitava no Monte Margarito, numa ermida, e que após a sua morte e enterro no Adro da Igreja da Aldeia de Santa Margarida terá a sua filha de doze anos chorado tanto em cima de sua campa que terá também acabado por morrer. Ainda hoje se recitam versos que recordam esta história:
“Que fazes ò mãe em cama tão fria,
Não durmas, à noite saiamos daqui,
Acorda, não ouves a pobre Maria?
Pequena, sozinha, chorando por ti.”»

Retirado da página da
InterRegiões.Net.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

Piquenique na Cascalheira

Prometo que um destes dias vou aproveitar estas mesas na Cascalheira e disfrutar deste espaço com óptimo aspecto. Um destes dias...