Os Tapori a Bombar na BTL


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Os Tapori a Bombar
O Nome:
Os Tapori eram uma antiga tribo Lusitana que habitava também pelos redondezas de Aldeia de Santa Margarida, pensa-se que por volta do ano 200 a.c.
Era uma Tribo comandada por Viriato sendo fundamental no combate contra os romanos em defesa das suas terras.
Assim como a antiga tribo Lusitana, os Tapori lutavam conta as ameaças que sofriam, “invasões dos romanos” também agora este grupo quer combater contra as ameaças destes tempos “ desertificação, fragmentação, monotonia” que cada vez mais é sentida no interior do País.
Este grupo de bombos sente-se na pele da tribo Tapori perante os seus desafios, dai uma ligação muito mais do que uma homenagem.
A memória descritiva:
Antes de mais há três pontos fundamentais deste grupo sendo eles a Tribo Lusitana“ Os Tapori” como ligação de nome os “Bombos” como instrumentos do grupo e a “Aldeia de Santa Margarida” como origem do grupo.
Como tal, a imagem identificativa de “Os Tapori A Bombar” junta esses três pontos fundamentais estando identificado como base um bombo, tendo como seu seguimento e terminando essa base com pétalas de uma flor “margarida” como ligação à Aldeia, por fim e como ligação à tribo “Tapori” está representado uma cruz sendo esta um ícone utilizada pelos lusitanos.
Será este o símbolo que irá representar “Os Tapori a Bombar”
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Helder,![]()
Bom dia
No texto do Francisco Caetano, ele refere-se a um «Ti Xico aguardente».
Mostra-lhe a foto que te mandei do meu avô [Francisco Robalo], tenho a impressão que era ele (só para confirmar).
Ele era assim, passava os dias com o Vergílio. Ele falava muito porque lia também muito. Reformou-se muito cedo da PSP, porque o queriam transferir para a PIDE, partiu uma perna a saltar do comboio quando levava um preso ao Porto. Então deram-lhe a reforma e ele foi para o Banco de Portugal trabalhar.
Falava muito, e queria sempre ter razão. Baseado nos livros que lia. Quando não sabia calava-se e ia para casa ler, para no outro dia lá estar a chatear a cabeça aos outros.
Por causa dele é que eu fui para a PSP, enssinou-me a marchar aos 6 anos de idade. No dia que fui à mesa de cabeceira e mexi na pistola dele (em Lisboa) levei uma chapada que ainda hoje me lembro.
A minha avó tinha de esconder as garrafas de aguardente que a mãe dela ofereci (minha bisavó). Era bem boa.
Nos dias em que o Vergílio fechava era um problema lá em casa, ele tinha que ir pregar para outra taberna.Até breve,José Alves
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CRÓNICA BREVE
Ao Tivergil
Era assim que, miúdos, nos mandavam à taberna, se o Ti Jaquim Caetano já estivesse bem aviado (o que, longe, era notado pelo toque, quase perfeito, de seus felpudos dedos e fortes anéis no tásquio balcão de madeira, a imitar a bateria do tão estridente quanto roufenho som do FM do seu Grundig de válvulas, ou a Ti Carmelita não acudisse, para, com garrafa na mão e 5 tostões na outra, comprar meio quartilho, às vezes meio litro, de vinho branco para tempero da carne, quase sempre de pêlo, que domingo-de-ramos ou outra festividade qualquer desafiar os dentes, dura que era, embora o saudoso Meia Noite, que a vendia, afiançasse o contrário, o que não convencia, desdentado que ía indo.
Era também no saudoso Ti Vergílio, por vezes teimoso mas sempre bom amigo, que, noite cerrada, se apanhava a carreira, quase sempre para a Idanha (o destino era Monfortinho, essa grande metrópole dos dias de hoje!), onde o Ti Martinho, cobrador, com a sua barriga ocupava meia camioneta.
Barriga que, em Aldeia, não aguava. O nosso amigo de que falamos não o deixava pernão. De manhã, bagaço. Carreira da tarde, tinto, de preferência do Fundão, mas, à falta, até o do Castanheira, que uvas nunca vira, servia. E quando após fezer o A e o gesto de lançar o resto fora (era esse o código dos bons bebedores) se dissesse que "não nera mau", que ninguém o bebesse. Já era vinagre. Era sincero, bom homem.
E nem a cor importava. Se branco, se tinto, muito!
Deixemos a carreira, que era dos maiores progressos de Aldeia, e a escadaria de acesso à bagagem e onde, para chupar uma cavalada, muitos afocinharam na subida do cemitério, para onde ninguém queria passar.
Não era por isso. É que, depois, vinha a vinha do dr. Rolão e era sempre a descer e o perigo era parar, só, na subida da Cruz do Ângelo se, por sorte, a dita ia para o Terreiro das Bruxas. Se fosse em sentido contrário, nem as curvas, então, da Quinta, ou o pontão das 5 bocas (essa maravilha), davam para afiar as solas dos pés (os dos sapatos não se metiam lá) ainda não curados das topadelas da rua do poço concelho.
Deixemo-nos de conversa fiada, que a ninguém interessa...
Como, em jeito de saudade, um nosso amigo (não nos conhecendo, reciprocamente, cremos, os motivos de aqui estarmos já relevará esta atrevida relação) falou de uma Sr.ª Profª. que, em aldeia, para lá de ter dado as palmatórias que na época eram obrigatórias por fazerem parte dos compêndios de pedagogia, embora numa folha em branco para deixar margem de liberdade de execução aos seus intérpretes, cumpriu a sua missão, tratou da sua vida... que, coitada, nem lhe havia de correr bem. Era também comercienta e clientes eram também os pais dos alunos...
Os filhos dela, de certo ilustres, debandaram, nunca ninguém os viu referenciados com a nossa terra. Penso que nem a naturalidade assumiram. Também, só recentemente se tem a naturalidade que se quer.
Mas, filhos de professora, parteira não foi a Ti Felizarda. O que a memória guarda...
Não lhe regateando o mérito, homenagem, que cheira sempre a política, não é do nosso modesto agrado. Só se for depois da Ti Isabel Pote, do Regedor (porque não?), da Ti Passarita, do Ti Zé Morais, do Sr. Raul, do Ti Xico Aguardente, o polícia reformado que conhecia todas as pedras da calçada da baixa de Lisboa e, palavroso, começava qualquer conversa com "na verdade, porém...", a égua do Ti Jaquim Rato, que dava peidos, dizia ele, mas que a gente bem via, mas fazia que não via, mas o certo é que ouvia, que era ele que os dava e não conseguia encolhê-los porque andava sempre cheio de fumo do português suave e tantos outros...
Podemos voltar, se for aceite um desafio. Os mais velhos que acederem a esta escrita falam de coisas e pessoas passadas e os mais novos de coisas presentes.
Das futuras podemos falar todos.
Vale?
Um abraço e o meu respeito pela iniciativa e perseverança.
FC
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"No dia conhecido geralmente por esta designação, percorrem as ruas os grupos de rapazes já um pouco embriagados, carregando com um enorme cortiço. Chegando à porta das mulheres mais idosas põem o cortiço no chão e, fingindo que estão serrando a velha que se supõe estar dentro do cortiço, gritam com toda a força: "ai a nossa avó, ai a nossa avó (nome da pessoa)..."in Alves, A. Alfredo, Algumas tradições populares recolhidas em Aldeia de Santa Margarida, concelho de Idanha-a-Nova, Revista Lusitana, Volume III, páginas 74 a 79, Livraria Portuense, 1895
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Bons amigos
Gostei muito que falassem da D.ª Isabel. Foi minha Professora durante dois anos: 3ª e 4ª classe.
Quanto a datas a minha memória vai esvanecendo-se no tempo. Depois de andar os dois primeiros anos em Proença-a-Velha com o Professor Filipe, fui a aprender juntamente com o meu Irmão António para a Aldeia, uma vez que tinha uma escola nova e também Professora residente: a Senhora Dª Isabel Marcelo Curto. Isto por volta de 1936. Ela já estaria a ensinar há um ano, pois, começava uma 2ª classe. O meu Irmão António foi para a 4ª com um pequeno grupo e eu para a 3ª, lembrando-me dos meus colegas: Celeste Curto. Manecas Morais, Joaquim Fernandes. Não sei se esqueci alguém. Talvez.
Admirei sempre muito a sua paciência e maneira de ensinar, pois, dar aulas a quatro classes ao mesmo tempo não será fácil. Bons tempos! Creio que na totalidade seríamos uns quarenta ou mais alunos. Uma vez que enveredei pelo ensino, confesso, que muito aprendi com o seu método.
Por duas vezes me deu algumas reguadas, mas não por motivos de aprendizagem.
Muitas vezes íamos para sua casa, principalmente na 4ª classe para nos fazer algumas revisões, apesar de já ter o seu filho Francisco que muitas vezes levava para a escola e com frequência andei com ele colo.
Também, algumas vezes fomos à sua residência para ouvir na telefonia, rara naqueles tempos, os teatros radiofónicas para crianças.
Muito interessada em todos os seus alunos, principalmente por aqueles que os Pais não enviavam à escola. Algumas vezes me enviou à procura dos faltosos, levando-lhes a multa que era de cinco escudos, hoje, dois cêntimos e meio. Muito dinheiro para aquela época, que era pouco mais ou menos o salário de um jornaleiro de sol a sol.
Não vou falar dos seus problemas, nem dos seus olhos rasos de lágrimas com que muitas vezes chegava às aulas. Sempre me pareceu a mulher forte, capaz de suportar todos os revezes.
Em Lisboa, já no após 25 de Abril de 1974, fui visitá-la a seu pedido e tivemos conversas longas… E num dia telefonou-me para lhe ir administrar a Santa Unção. Que serenidade! Faleceu poucos dias depois. Quando o seu corpo saiu de Lisboa lembro-me de ter encontrado o Joaquim Fernandes.
Creio que não era originária de Monsanto, mas talvez de Aldeia de João Pires. É questão de pesquisa.
Parece-me muito bem que se lhe faça uma homenagem ou talvez o nome de uma rua ou que a escola tenha o seu nome. Agora não tem alunos, mas talvez a sua memória seja um bom augúrio para o futuro, próximo ou longínquo.
Podem utilizar o que quiserem. Gosto muito do blogue.
Abraço amigo
Padre João Caria Leitão
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É oficial: Neva em Aldeia de Santa Margarida





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Caros amigos de Aldeia, não querendo entrar em polémicas, pois não é essa a minha intenção, quero expressar aqui uma opinião que, sendo modesta, é inteiramente pessoal. E, por outro lado, também creio que há mais algumas pessoas que terão a mesma dita.
Vem isto a propósito de um artigo que li no "blogue", referente ao Dr. Francisco Manuel Marcelo Curto: E, como a memória dos homens é sempre muito curta, veio-me à lembrança aquela SENHORA que foi mãe deste nosso ilustre conterrâneo.
D. ISABEL MARCELO CURTO, todos sabem na nossa Aldeia, aqueles com mais de 60 anos, que hoje têm a instrução primária, foi um pouco obra da D. Isabel. E porquê? 1º. Porque era a Directora da escola, 2º. Porque apesar de exigente que era, sempre se pelejou com nossos Pais, para que nos mandassem à escola.
Como recordo dessa Senhora: dos recreios por detrás da escola, pelos Sábados com cantigas, pela Cantina com pelo menos uma sopa, antecedida com uma colher de Óleo de Fígado de Bacalhau (que mau que era).
Mas apesar de recordá-la, (e eu nunca fui seu aluno), temos que reconhecer que merecia algo mais da parte da nossa Aldeia, como por exemplo: uma homenagem a título póstumo da parte de Autarquia.
Creiam-me amigos que a D. Isabel amava a nossa Aldeia (apesar de ser de Monsanto), e eu sou testemunha disso pois quando se transferiu para Lisboa, este vosso servidor, visitou-a diversas vezes, na sua casa no nº. 5 da Calçada de Palma de Baixo em Lisboa, e, via a D. Isabel, sempre com uma grande nostalgia pela nossa Aldeia.
Um abraço do António Camejo
P.S. Caros amigos Helder e David, não sei se vocês acham esta pequena intervenção POLÉMICA, mas se acharem que vem prejudicar o Blogue, não a publiquem.
Um abraço para os dois
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P. Manuel André Pinheiro na mão de Deus
Manuel André Pinheiro, após doença prolongada, veio a falecer na passada sexta-feira, 12 de Dezembro, pelas 23 horas, no hospital Polido Valente, em Lisboa.
Manuel André Pinheiro, após doença prolongada, veio a falecer na passada sexta-feira, 12 de Dezembro, pelas 23 horas, no hospital Polido Valente, em Lisboa. As exéquias foram presididas por D. Joaquim Mendes, bispo auxiliar de Lisboa, na Igreja de Santo Eugénio, Bairro da Encarnação, concelebrando vários sacerdotes e com uma grande manifestação de pesar da comunidade local, indo depois a sepultar no cemitério dos Olivais, acompanhado por suas irmãs, familiares e muitos amigos.
P. Manuel Pinheiro nasceu em Aldeia Nova de S. Bento, no concelho de Serpa, no dia 1 de Julho de 1929, vindo de tenra idade para Monforte da Beira (Castelo Branco), filho de João Pinheiro e Maria Isabel Colôa. Estudou nos nossos seminários e foi ordenado sacerdote na Sé de Castelo Branco no dia 9 de Junho de 1955, pelo bispo de então, D. Agostinho Lopes de Moura.
Nomeado coadjutor de Castelo Branco em 1955, do Estreito em 1956, pároco de S. Miguel d’Acha e Aldeia de Santa Margarida em 1958 que paroquiou até 1965, ano em que foi nomeado pároco de Sobral do Campo. Depois seguiu como missionário para a missão de Timor. Regressado de Timor, viveu e trabalhou como professor em Lisboa alguns anos. Regressou à diocese em 1992, tendo sido nomeado pároco de S. Salvador da Aramenha e de S. Julião e posteriormente de Ribeira de Nisa, ao mesmo tempo que leccionava no Colégio diocesano de Santo António. O agravamento do seu estado de saúde fê-lo voltar a Lisboa e passado alguns anos em tratamento, veio para Sardoal e Valhascos onde tomou posse em 25 de Julho de 2006. Há uns meses atrás, foi internado em Lisboa, tendo sido operado no Hospital da CUF, transitando depois para o Polido Valente, onde fazia o tratamento de quimioterapia. Sentindo algumas melhoras, projectava vir passar o Natal às suas paróquias, mas, quando menos se esperava, fomos surpreendidos com a nefasta notícia do seu falecimento.
“O Distrito de Portalegre”, que o teve como director, endereça sentidos pêsames aos seus familiares e ao presbitério diocesano e roga a Deus o seu eterno descanso.
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Exmos. Srs.
Com os nossos respeitosos cumprimentos, vimos por este meio dar conhecimento de que estaremos disponíveis para as v/festividades, ou qualquer outro serviço no âmbito musical.
É uma banda composta por 7 músicos experientes que já foram elementos integrantes de Bandas conceituadas, tais como, Banda Jovase, Banda Top Som, Banda MP3, Banda Dominó, Banda Novo Tom, Orquestra Flash Show, entre outras.
O repertório é constituído por música portuguesa, latino-americana, brasileira, dance-music, pop-rock, rock, etc, satisfazendo assim todos os gostos musicais
Possuímos um bom e moderno equipamento de som e luz o qual utilizamos nos espectáculos a fim de obter uma boa qualidade musical e também visual.
Realizamos espectáculos ao ar livre ou em salões conforme nos for solicitado (devendo ter em atenção que devido ao material que dispomos, usamos um camião semi-reboque o que poderá condicionar o acesso ao recinto da festa).
Para qualquer outra informação ou contratação queiram ter em conta os nºs de telemóvel abaixo indicados ou a nossa página na internet www.bandafenix.com, deixando assim em aberto a nossa disponibilidade para vos servir da melhor maneira possível.
Contacte-nos e verá que terá uma agradável surpresa.
Aguardamos o vosso contacto, subscrevendo-nos,
Atentamente, Banda Fénix
Contactos:
Juliana Quintas
Rua das Almas, 3750-043 Aguada de Cima
Tlm: Emanuel Quintas – 962 368 628
Artur Barros – 916 651 302
Juliana Quintas – 96 873 07 22
Telf/Fax: 234 669 200
E-mail: fenix.banda@gmail.com
URL: www.bandafenix.com
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ESCOLAS CELEBRAM FESTIVAL DA PRIMAVERA
São três dias de actividades preparadas ao longo do ano por alunos e professores do agrupamento de escolas de Idanha-a-Nova
Entre 22 e 24 de Abril, a Escola EB 2,3/S José Silvestre Ribeiro, em Idanha-a-Nova, encheu-se de luz e cor para mais um Festival da Primavera. Três dias animados em que a instituição abriu de novo as suas portas à comunidade, promovendo um conjunto diversificado de actividades no interior do recinto. Para além dos alunos de todo o concelho raiano, nesta segunda edição do evento também puderam participar os estudantes extremenhos de Piñofranqueado e Plasencia.
São actividades que vêm sendo preparadas por toda a comunidade escolar desde o início do ano lectivo por professores, funcionários e alunos, e de todos os níveis de ensino", explica à Beira TV António Rijo Salgueiro, presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Idanha-a-Nova . "Nós temos aqui crianças de todo o agrupamento, de todo o concelho de Idanha, desde jardins de infância até ao secundário, incluindo, este ano pela primeira vez, alunos e professores de colégios espanhóis, que manifestaram vontade de vir ao concelho de Idanha conhecer a nossa cultura, costumes, gastronomia e história, e partilhar a deles também connosco".
Propostas que vão do desporto e dos jogos tradicionais ao teatro, música e dança. Parte de um programa pedagógico que teve o ponto alto no sarau no Centro Cultural Raiano, e que incluiu ainda rastreios e sessões de sensibilização. Dos mais novos aos mais velhos, todos quiseram dar uma mãozinha colorida à Primavera. Perícia posta à prova nos trabalhos manuais, para todos verem e comprarem, e nas mostras promovidas pelos clubes de línguas e ciências ou pelos cursos tecnológicos e profissionais.
Pelo meio, não faltaram as experiências científicas, os jogos matemáticos e mesmo especialidades gastronómicas como os crepes ou os cachorros quentes. Mais crescidos, o Ronny e o Serra, dois cães da equipa cinegética da Guarda Nacional Republicana (GNR), conquistaram as atenções dos pequenos e graúdos, tal como os animais do núcleo de cavalaria da GNR.
"Os dias que antecedem a actividade e os dias do pós-actividade são dias em que se nota que os alunos têm uma outra alegria, vêem a escola de outra forma", esclarece António Salgueiro. "Sem dúvida que há um ganho de motivação para os alunos, professores e comunidade em geral".
Pelas salas ficaram a feira do livro e dos minerais, bem como os laboratórios da Matemática e da Informática. E porque ler faz bem e dá gozo, no Festival da Primavera houve também um recital de poesia e um concurso de leitura. Nada de estranhar numa instituição com uma biblioteca “fora de horas” e onde os jovens convidam os próprios pais a irem à escola.
Com cerca de mil alunos, o agrupamento de Escolas de Idanha-a-Nova envolve os jardins de infância de seis freguesias (Zebreira, Monfortinho, Aldeia de Santa Margarida, Idanha-a-Nova, São Miguel de Acha e Ladoeiro) e as escolas básicas do primeiro ciclo de onze localidades (Relva, Monfortinho, Aldeia de Santa Margarida, Idanha-a-Nova, Medelim, Oledo, Penha Garcia, Rosmaninhal, São Miguel de Acha, Zebreira e Ladoeiro) do concelho. Na sede, na EB 2,3/S José Silvestre Ribeiro, funciona também o Centro de Formação da Raia Centro (RAIACE), departamento onde são leccionados Cursos de Educação e Formação de Jovens (CEF), Educação e Formação de Adultos (EFA) e feito o Reconhecimento e Validação de Competências (RVCC).
Jorge Costa (imagem, texto e edição)
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Visita de estudo
Meninos da raia no Reconquista
No dia 4 de Dezembro de 2008 fizemos uma visita de estudo ao jornal "Reconquista". Os jornalistas que nos receberam eram muito simpáticos e explicaram-nos como se faziam os jornais: na primeira sala havia computadores para os senhores jornalistas escreverem as notícias. Na segunda os paginadores estavam a pôr as notícias, ordenadas nas páginas dos jornais. Na terceira - uma sala muito grande - vimos baldes com tinta e rolos de papel muito grandes, que pesam tantos quilos como um touro, cerca de 500 quilos. Havia ainda uma máquina que parecia um comboio pintado de azul, chamada rotativa. Gostámos muito de ver as folhas do jornal todas pegadas passando lá por cima. Depois cortava e punha os jornais direitos. A seguir vimos outra máquina que dobrava os jornais e a seguir eram metidos num saco de plástico para irem para os clientes.
Gostámos de fazer esta visita de estudo com os meninos de Rosmaninhal, Aldeia de Santa Margarida e de S. Miguel d'Acha.
No final da visita ofereceram-nos uma esferográfica e tiraram-nos uma fotografia.
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Helder:Já que as descobri, aproveitei para seleccionar algumas das fotos e enviar-te.Esta foto foi tirada há cerca de 12 anos, com uma máquina descartável e daí a qualidade não ser a melhor. No entanto, foi o suficiente para captar a força que o pôr-do-sol tem na Aldeia, em dia de Outono. Acresce ainda de significado para mim (e também creio que para ti), uma vez que foi tirada das traseiras do quintal da minha casa (logo, também da casa dos teus avós).Pode haver situações de pôr-do-sol mais deslumbrantes, mas este para mim é o melhor.Abraço
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Junta de Freguesia
277 313 545
Centro de Saúde
277 313 293
Paróquia
277 937 200
Liga dos Amigos de ASM
277 107 416
931 117 116 (João Camejo)
Centro de Dia de ASM
277 313 122
Associação de Caçadores de ASM
964 555 898 (José Francisco Prudente)
Grupo de Cantares de ASM
965 464 190 (Zélia Curto)
277 313 545 (Tlf. da Junta de Freguesia)
Os Tapori a Bombar - Grupo de Bombos de ASM
919 820 154 (Samuel Pereira)
964 148 017 (Ricardo Barroso)
ostaporiabombar@gmail.com
Pirotécnica Beirense
277 313 478 ou 962 935 544
GNR de Idanha-a-Nova
277 202 128
Bombeiros de Idanha-a-Nova
277 202 456
Este é um espaço destinado a todos aqueles que aqui têm as suas raízes e que, mesmo longe, não esquecem a aldeia que os viu nascer.
Trata-se de um espaço onde se pretende não só divulgar a história e a cultura da nossa Aldeia como também dar a conhecer o que actualmente se vai fazendo por aqui.
Desde que não seja dada informação em contrário, todas as fotos e vídeos inseridos neste blog são da minha autoria. Caso contrário será sempre referida a autoria do material aqui colocado.
Como espaço aberto que é, conta-se a gentil colaboração de todos aqueles que, de alguma maneira, pretendam contribuir para a divulgação da nossa Aldeia de Santa Margarida por esse mundo fora.
Adverte-se igualmente que qualquer utilização, noutros locais, do material que aqui é colocado – textos, vídeos e fotos – deverá sempre ser precedida da sua autoria e origem.